IV
Igual ao mar sombrio
Meu coração profundo...
Tem tempestades, coleras,
Mas perolas no fundo!
Vem! vem
Pousar, ó dôce amada,
Teu peito contra o meu...
Sou negrinha, mas meu peito
Sente mais que um peito branco.
E a negra p'ra os mares
Seus olhos alonga;
No alto coqueiro
Cantava a araponga.
V
«Querido Bazilio.
Ouvi dizer que meu avô de vinho,
Era um tal amador...