Meu amante coração,

Quer na vida, quer na morte,

Sêde a nossa salvação.

—Bravo! bravo!... venha de lá outra, disseram alguns.

As guitarras continuaram tocando, e outro rapaz cantou:

Ó Antonio glorioso,

A ti chego confiado,

Que nas minhas aflições

Hei de ser remediado.

—Agora, para poder continuar—disse o que tinha cantado—é preciso que venha vinho para molhar as guelas.