—Ou então em casa do padre Francisco... Espera, vou subir lá acima ao ultimo andar, onde mora o padre Francisco, para ver se tua mãe lá está... Oh! se ela lá estiver...

—Meu pae, peço-lhe que não se deixe levar do seu genio; tenha mão em si.

—Descança, que não farei mais do que dizer a tua mãe que desça cá para baixo.

Antonia ficou orando em silencio para que Deus tivesse compaixão de sua mãe, emquanto o carpinteiro subia as escadas que conduziam ao ultimo andar, que era a morada do padre Francisco, para ver se sua mulher estava lá ou não.

Efectivamente, estava ali chorando a pobre Brigida, e escutando os conselhos do padre Francisco.

Assim que este viu o marido de Brigida, levantou-se para o receber, e, apezar da resistencia que ele opoz, obrigou-o a entrar.

O padre, quando ele entrou, fechou a porta por dentro, e, quando mestre João se sentou, disse-lhe:

—Deus certamente que lhe inspirou a idéa de vir aqui. Provavelmente ignora o que sucedeu em sua casa.

O carpinteiro num instante formou o seu plano, e disse num tom fingido: