—Espera, já sei! Esta cabeça não é outra senão a de uma menina que conheço e que mora em Madrid. É a filha do milionario D. Ventura d'Aguillar.
—Ah! Sim! Aquelle sujeito que vem muito ao Suisso e que é tão amigo dos artistas.
—Esse mesmo.
—E que faz esse senhor?
—Não o vejo desde o inverno passado. Deve andar viajando.
—Preoccupações dos ricos durante o verão.
—Sabes que examinando este magnifico retrato me assalta uma suspeita?
—Qual é?{89}
—Que seja a linda Amparo o amor de Ernesto.
—Tambem me parece que tens razão em o suspeitares, visto que não ha muito ainda nos disse que ella era rica.