E entrou no quarto.

Ernesto dormia. Mauricio fechou a janella e sahiu{140} nos bicos dos pés para o não despertar, mas toda a precaução foi inutil, porque Ernesto abriu os olhos e viu-o.

—Ah! És tu? disse elle. Bons dias, Mauricio. Que bem que dormi.

Mauricio reparou então que o seu hospede não se despira, e que sobre a mesa estavam duas garrafas despejadas.

—Sabes, Mauricio, que estou com vontade de experimentar os meus cães?

—Podemos dar uma volta, se quizer.

—Mas é preciso ter alguma contemplação.

—Andaremos só o que quizer.

—Então vamos.

E Ernesto poz a cartucheira, pegou na espingarda e chamou os cães.