—Sim, bôa brincadeira, não haja duvida! Ora o diabo do rapaz!

D. Ventura, depois de barbeado, assomava á porta a cada momento.

Nunca o tempo lhe parecera tão comprido.

Quando o relogio do quarto deu as nove horas, disse:

—Já se não póde demorar.

Como se estas palavras fossem como um amuleto magico, ouviram-se os passos de varias pessoas no corredor.

D. Ventura chegou á porta e não poude conter um grito.

—É elle? perguntou Amparo.

—É.

—E como vem? perguntou a medo.