—Sim.

—Quem lho inculcou?

—A modista, para quem trabalho. E André?

—O meu comprador de quadros.

—Os diabos levem o acaso! rosnou o senhor Germinal.

—O acaso!... suspirou André; divino acaso, ou{156} antes Providência, que me restituis a minha Rosa e o meu velho amigo, sê mil vezes bendita!...

—Senhor, disse Germinal, delira certamente!...

—Creio que sim, meu sogro... e muito!

—Já fez fortuna?

—Oh, muito pouca!