—Pois escreveu-me?... a mim...{155}
—Sim, senhor, oito ou dez cartas que todas ficaram sem resposta!
—Foram doze, minha filha, disse gravemente o senhor Germinal; tenho-as aqui no bolso.
—Tem-nas?... Oh, meu pai!... É bem mal feito!...
—Horrível, minha filha!... Teria sido mais moral não interceptar a correspondência amorosa, não te parece?
—Confesse ao menos, senhor, disse Sauvain, que uma cilada da minha parte era impossível!...
—Mas... que outra intenção podia trazê-lo aqui? Faz favor de dizer-me?
—Simplesmente a de pintar tectos e bandeiras de portas!
—E a nós, disse Rosa, a esperança de uma encomenda importante; pois eu continuo a fazer flores, e o dono desta casa deseja uma porção delas considerável.
—O senhor Nuavias?