E voltando-se para Maria:

—Porque espera? Não ouviu o que lhe mandei?

—Escusa exaltar-se, senhor—respondeu a freira—Esta menina está sob a guarda do mosteiro, e só póde saír por ordem superior.

—Reclamo-a eu, seu pae, com o mesmo direito com que a entreguei.

—Mas felizmente os seus já não governam, e agora já não se entregam victimas aos algozes.

—Tia!—interveiu Maria—pelo amor de Deus não o offenda. Bem lhe basta o seu desgosto.

—Ainda não estás pervertida, filha. Pois bem, vamos, que a dignidade do teu nome impõe-te o dever de seguires teu pae, embora vencido.

—É tarde, pae!

—Que significa isso!

—Já me sacrifiquei bastante. Não posso mais.