Comprehendeu que era preciso acabar:
—Vejo que não quer saber de mim.
—És doido. Então não temos sido tão amigos?
—Oh! Como eu esperava ... não!
—Sabes que mais? És um doido, é o que te digo!
—Um momento, senhora D. Maria, esqueça esta falta de respeito, antes que me retire para nunca mais voltar.
—O quê? Não estás bom de cabeça rapaz. Então é que o pae desconfia. E o que serás tu nas suas mãos, meu franganito!
—Virei despedir-me com qualquer pretexto ... e nunca mais me tornará a vêr!
Ia seguindo Maria, que se esquivava a novas lagrimas, procurando os primos, aninhados n'algum caramanchão.