Mas quando, emfim, das naves se levanta

Aquella nuvem, que escurece o dia,
—Por que a levem á patria sacrosanta,—
Cada um, sua prece lhe confia!

XXXVI

Que traço argenteo, as ondas illumina?

Uma estrada de luz!.. Talvez a esteira
Deixada pela espuma crystallina,
Da nau do Dias, que as cortou primeira.

XXXVII

Sempre ao Sul, sempre ao Sul, a estrada avança!

De cada lado d'ella, o eterno escuro!
Extendeu-a no mar a mão da Esperança,
Na direcção da Gloria e do Futuro!

XXXVIII

Sempre ao Sul, sempre ao Sul, a estrada segue!