X
E a barca vae seguindo, rio em frente;
Branca visão, que nada apagará!
Sobre a esteira de espuma reluzente,
O sulco aberto, aberto ainda está!
XI
E a barca vae seguindo, rio acima;
É seu condão a eterna mocidade!
Traz o sopro vital que tudo anima,
Traz o genio immortal da humanidade!
XII
Traz aquelles, que os mares ignorados,
Passaram, com assombro, e sem pavor;
Os que foram ao longe ouvir os brados
E as funestas visões do Adamastor.