É isto o que ella clama e vae dizendo;
É isto, o que ella a todos annuncía;
O sol da Meia Idade vae descendo,
O alvor desponta, já, de um novo dia!
XLIV
Mas, vendo-a, mal suppõe a multidão,
Sobre a tolda contando a pouca gente,
Que da gloria da humilde embarcação,
Viverá Portugal, eternamente.
XLV
Agora, a nave, as ancoras largou;
Içou, no mastro grande, o vellocino!
A patria em boas mãos depositou
A espada, a cruz, e todo o seu destino.
XLVI
Bemvindos sois ao berço hospitaleiro,