Da justiça reluz o dia, a hora;

O premio do serviço, emfim, chegou!
Mil bandeiras, que o mar conhece agora,
Vêm saudar a primeira, que o passou!

LXIV

Mas vós, povo indolente e descuidado,

Que a patria tantas vezes esqueceis,
Sêde digno, em memoria do passado,
Das honras, que ao presente recebeis!

LXV

Não tem direito, ninguem tal o diga,

A abandonar-se n'um dormir profundo,
Quem, tão grande passado, a tanto obriga,
Quem tal papel desempenhou no mundo!

LXVI

Um povo que se preza, não descança