Foi-se; já longe cumprimentou o Alvares, o amigo Alvares do Credito Predial, que eu conhecia tambem. Fui-me logo a elle.
—Como está vossê, bem, obrigado, disse eu. E sem delongas:
—Olha cá, quem é aquelle velhote, hein?
O Alvares poz os oculos, esteve a vêr um pedaço:
—Ah, o morgado das Olhalvas. Bom velho, meu rapaz, mas que corno!...
E passado um momento:
—A mulher bem boa, c’os diabos!...
—Conhecel-a tu?
—Dizem. Póde ser verdade.