—Eu nem podia fallar!
—Oh castidade loira de vinte annos!
—E apertava-me tanto as mãos...
—Sim? Depois, um beijo... ou dois... ou tres...
—Falle com franqueza, disse-me ella. O senhor ama-me.—Eu estava a tremer como um poltrão.—Ouça, tornou Esther; fiz um juramento.
—Qual? perguntei em voz baixa.
—Que não amaria ninguem mais. A não ser...
—A não ser?...
—Que aquelle vaso de pedestal apparecesse em pedaços um dia, sem ninguem lhe tocar.
—Mas isso é impossivel.