—Telegramma que passe, hein?...
—Não escapa!
—E gratis, gratuites, sem pagar nada, hein?
—Clarissimo!
—Dá cá um chôcho pela idéa.
—Prefiro um calix de Madeira.
No outro dia, o transmissor chegou com o rolo de fios, e mettemo’-nos á obra. Ás cinco da tarde recebemos o primeiro telegramma.
«S. Petersburgo, 8, ás 11 horas da manhã.—Uma bomba explosiva rebentou junto do czar, quando este se preparava para montar a cavallo. A policia procede em investigações.—Havas».
—Este diabo escapa sempre. É extraordinario.
—Ahi vem outro.