—É que te escutavas. E como estás com medo...
Pozemo’-nos a rir.
—Sabes que mais? Vamos passar a noite ao chalet.
—Cobarde!
—Tanto melhor! E se esta dança nos cahisse em cima?
—Oh diabo! Podia ser que não ficassemos vivos, não te parece?
—Quasi.
—Então vamos. Primeiro a tua saude.
—Obrigado. Queres que eu tenha medo por nós dois.
—Mas os telegrammas?