—E se ficasses na derrocada, ó conde?
—Não tinha pena, palavra.
—Bem, não fallemos mais em tal.
—Mas ámanhã continuamos com os telegrammas?
—De certo.
—E elles que chegam como garraios!
No dia seguinte, era meio dia quando acabamos d’almoçar. O conde bebia como um saxonio, para honrar a memoria do irmão de seu tio, dizia, honrado commerciante londrino do Caes do Sodré.
Em plena luz e sob a pressão de quatro garraforias ninguem tem medo. Vamos aos telegrammas?
Deitámos caminho do mosteiro, e entoando o God save the queen apparecemos ante o portal gothico do templo. F. gritou-me zombeteiramente:
—Adiante! Era elle quem tinha medo.