Xorar a tua perda incomparavel
Com pranto de ti digno! Oh s'eu podera
Gastar agora umor de Carpideira,
Noite, e dia regára o teu sepulcro.
Tu es digno de lagrimas eternas.
Eroi sempre invensivel, que fizeste
Notar teus aleivozos inimigos,
Se venserte quizeraõ, c'o a infame,
C'o a dezonroza marca de cobardes;
Varaõ constante, que arrostaste os lanses,