Qual aguia majestoza arrosta os ventos.

Arrepele os cabelos sibilantes,

Que a fronte negra esquálida lhe arreiaõ;

Raivoza a lingua morda, dê bramidos

Maiores que trovoins a magra Inveja;

Tu cantado serás: teu nome egregio

Na letárgica veia entre cardumes

De populares deslembrados nomes

Naufragio naõ fará: em pás descansa,

Seja-te leve a terra que te cobre,