Setembro 1889.
II
Passe-Calles
Oh Justininho!
dá cá o braço...
Ora aqui tem V. Ex.ª um rapaz, que se o Marianno não atira para o Pico, era muito capaz de se guindar ao pico da popularidade, cá na terra.
Ainda não conheci quem mais sympathias tivesse entre Clero, Nobreza e Povo; mas tambem, ainda não conheci rapaz mais sensato, conciliador e serviçal.
Para chamar á paz um casal amuado; para prégar Moral ás creadas de servir; para uma visita de pesames, a rigor, com o resigne-se V. Ex.ª com a vontade do Altissimo engatilhado; para dirigir um baile nos tricanés; para entreter senhoras nas reuniões da Semana Santa, em S. Estevão, ou nas do Carnaval, na Assemblea; para acompanhar familias á missa das onze; para representar a Associação artistica; para umas funcções serias de secretario (tinha o monopolio); para a descripção d’um baile no Mensageiro das salas; para dirigir a eleição das comadres, a coisa mais redondamente patusca e interessante, que gentes da Coroada teem produzido—não ha, não houve, nem nunca haverá quem o eguale.
Quando passava na rua de S. João, todo tesinho e perliquitetes, apesar da magreza e do nariz, diziam d’elle