Os credores perseguiam-no.

As mulheres e os filhos não tinham roupa; tiritavam e... choravam.

Um crédor requereu a penhora; levaram-lhe a cama.

Na alma d’aquelle homem havia um inferno porque era honrado—o pateta!—e era doido pela familia.

Um dia, collou a massa encephalica nas paredes da latrina com a balla do rewolver.

—Um criminoso—disse o abbade.

—Um caloteiro—disseram os do pataco por mez.

—Um pobre diabo—responsaram as almas piedosas.

—Um pateta de menos—resmungou a sociedade.