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Subito ruido interrompeu o discurso do grande homem. A porta da adega abriu-se com estrepito. Assustados, os Provareis rodearam Pericles, como as avesinhas implumes rodeiam os paes, quando no azul dos céos paira, ou zigzagueia o milhafre.
No limiar apparecera, offegante e rubro, um paysanduco, que pronunciou estas palavras de magico effeito:
—Oh filhos! Venho de Tuy. A Noya «matou» hoje, e sempre tem uma «agua», que é mesmo de chupeta! Póde «cortar-se» á faca.
—Á Noya! Á Noya!
exclamaram os Provareis; e em desordenada carreira, a grandes pernadas, desappareceram ao longe, furando a linha circular do horisonte.
Que mysteriosa influencia seria a d’aquella Noya?
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