Porque traz em companhia
Saber, que é mercadoria,
Que deve muito á inveja.
Coitado do passarinho,
Que nasceu no valle escuso,
Aonde nem canta por uso,
Nem ha quem lhe saiba o ninho.
Coitado do que nasceu
N’esta nossa terra ingrata,
Que tão mal conhece e trata