—Pa... ra o est... est... rangeiro, affirma o principe, a tomar atitudes, e n... não sabem?—eu se vou é... é... por causa das taes... ideias novas.
—Como assim? As ideias novas?
—De que é que se trata? perguntam as damas a olhar umas para as outras.
—Está... c... laro!... As ideias novas! insiste o principe com uns modos de intima convicção; vae lá toda a gente, agora, por causa das ideias novas, e eu se vou é... com... o sentido tambem de me sa... turar.
—É capaz de estar com o sentido em ir filiar-se por lá em alguma loja maçonica? intervem o Mozgliakov desejoso de fazer brilhar o seu espirito na presença das damas.
—Está... c... claro, meu amigo, não t'enganas. Eu, em tempos, pertenci, effectivamente, a uma loja maçónica. Animavam-me, até, umas ideias, muitissimo generosas... Propunha-me a fazer muita coisa... em... em favor da... in... instrucção... mo... moderna. Queria dar carta... de... al... fo... forria ao meu Si... do... dor, mas safou-se{155} antes de tempo, com grande es... panto da minha parte. Que lemb... rança tão ra... tona! Depois, um dia, encontrei-o cara... a... cara... lá em Paris, vestido como um dandy, com umas suissas,... a passear pelo bou... levard... com uma "menina". Acenou-me com a cabeça... e mais nada. E a tal menina, que levava p... pelo braço tinha uns ares tão agai... atados... tão ape... titosa.
—O tiozinho, então, d'esta vez, em se apanhando em Paris, dá a liberdade aos servos todos, sem excepção?
—Está..., c... claro... adivinháste-me o pensamento, meu c... caro. É tal qual... quero dar liberdade a to... dos elles.
—Ora vamos, principe, safam-se-lhe todos de casa, e depois, quem é que lhe paga o dizimo? exclama a Felissata Mikhailovna.
—Pois já se vê, que se safam, acode, inquieta, Anna Nikolaievna.