Barker caiu, ferido no pescoço, e Wilson pulou sobre o seu corpo como um tigre, apressando-se até Wayne. No mesmo instante, veio por trás do Lorde do Leão Vermelho um grito e um clarão amarelo, e uma massa de alabardeiros de West Kensington lavrou a encosta, na grama até os joelhos, tendo a bandeira amarela da cidade diante deles, e gritando em voz alta.
Ao mesmo tempo, Wilson caiu debaixo da espada de Wayne, aparentemente esmagado como uma mosca. A grande espada subiu novamente como um pássaro, mas Wilson pareceu subir com ele, e, com a espada quebrada, saltou para a garganta de Wayne como um cão. O mais importante dos alabardeiros amarelos alcançou a árvore e girou o machado acima de Wayne em dificuldades. Praguejando o rei virou sua própria alabarda, e disparou a lâmina no rosto do homem. Ele cambaleou e rolou ladeira abaixo, assim como o furioso Wilson que foi arremessado de costas novamente. E mais uma vez ele estava de pé, e novamente atacando a garganta de Wayne. Em seguida, foi arremessado novamente, mas desta vez rindo triunfante. Na sua mão estava o distintivo vermelho e amarelo que Wayne usava como superintendente de Notting Hill. Ele o rasgou do lugar onde esteve por vinte e cinco anos.
Com um grito, os homens de West Kensington cercaram Wayne, a grande bandeira amarela batendo sobre a sua cabeça.
— Onde está o seu distintivo agora, superintendente? — gritou o líder de West Kensington.
E subiu uma gargalhada.
Adam atacou um porta-estandarte e o levou cambaleando para a frente. Com a bandeira encurvada, agarrou as dobras amarelas e arrancou um fiapo. Um alabardeiro atingiu-lhe no ombro, fazendo uma ferida sangrenta.
— Aqui está uma das cores| — gritou, empurrando o fiapo amarelo no cinto. — E aqui — gritou, apontando para o seu próprio sangue — está a outra.
No mesmo instante, o choque súbito de uma forte alabarda deixou o rei atordoado ou morto. Nas visões selvagens enquanto a consciência desaparecia, viu novamente algo que pertencia a uma época totalmente esquecida, algo que tinha visto em algum lugar há muito tempo em um restaurante. Ele viu, com os olhos úmidos, vermelho e amarelo, as cores da Nicarágua.
Quin não viu o fim. Wilson, selvagem e alegre, saltou novamente para Adam Wayne, e a grande espada de Notting Hill girou novamente. Em seguida, os homens se abaixaram instintivamente com o ruído da espada descendo do céu, e Wilson de Bayswater foi esmagado e varrido no chão como uma mosca. Nada restou dele, exceto destroços; mas a lâmina que o quebrou estava quebrada. Ao morrer, estalou a grande espada e o encanto desta, a espada de Wayne estava quebrada no punho. Uma arremetida do inimigo forçou Wayne contra a árvore. Estavam muito perto para usar alabarda ou mesmo espada, pois estavam peito contra peito, até mesmo narina contra narina. Mas Buck conseguiu libertar sua adaga.
— Matem-no! — gritou, com uma voz abafada estranha. — Matem-no! Bom ou mau, ele não é nenhum de nós! Não se deixem cegar pelo rosto... Deus! Se não estivéssemos cegos o tempo todo! — e puxou o braço para trás para uma facada, e pareceu fechar os olhos.