O sr. James Barker, cuja guarda estava vestida num esplêndido azul, e cuja bandeira azul levava três de ouro pássaros cantando, entrou apressado, em suas vestes azuis e douradas, no quarto. Apesar do absurdo de todas estas vestes, vale a pena notar que aguentava melhor do que o resto, embora detestasse tanto quanto qualquer um deles. Ele era um cavalheiro e um homem muito bonito, e não poderia evitar, inconscientemente, de vestir mesmo o manto absurdo como deveria ser usado. Falou rapidamente, mas com a ligeira hesitação inicial que sempre demonstrou ao falar com o Rei, devido a supressão de um impulso de tratar seu velho conhecido da maneira antiga.
— Vossa Majestade, perdoe a minha intrusão. É sobre este homem em Pump Street.. Vejo que Buck está aqui, então provavelmente já ouviu o que é necessário...
O Rei varreu os olhos ansiosamente em volta da sala, que agora ardia com os ornamentos dos três bairros:
— Falta algo necessário.
— Sim, vossa Majestade — disse Wilson de Bayswater, um pouco ansioso. — O que vossa Majestade acha necessário?
— Um pouco de amarelo — disse o Rei, com firmeza. — Chame o superintendente de West Kensington.
Em meio a alguns protestos materialistas, ele foi chamado e chegou com os seus alabardeiros amarelos em suas vestes cor de açafrão, enxugando a testa com um lenço. Afinal de contas, como estava, tinha bastante a dizer sobre o assunto.
— Bem-vindo, West Kensington — disse o rei. — Há tempo desejava vê-lo sobre esse assunto da terra de Hammersmith ao sul da Casa Rowton. Será que você o receberá feudalmente do superintendente de Hammersmith? Só tem de homenageá-lo colocando o braço esquerdo em seu casaco e depois marchar para casa neste estado.
— Não, Majestade, preferiria não fazê-lo — disse o superintendente de West Kensington, que era um jovem pálido, com um bigode justo e suíças, que mantinha um laticínio de sucesso.
O rei bateu cordialmente no seu ombro: