Durante este momento de repouso organisámos, para não perder tempo, uma insurreição na Lombardia.
O governo da Suissa foi prevenido d'isto, e fez occupar o cantão de Tessino pelos contingentes federaes.
Resolveu-se então de me internar.
Fui com duzentos homens, a maior parte dos quaes haviam servido com Garibaldi, e outros comigo, enviado para Bellinzona, onde nos guardaram n'um quartel, como perigosos e capazes de violar a fronteira.
O projecto não deixou de marchar.
Os generaes Ascioni e d'Aspice deviam partir de Lugano e dirigir-se sobre Como pelo valle de Intelvi.
Quanto a mim devia partir de Bellinzona, atravessar a passagem do Jorio, uma das mais elevadas e difficeis da fronteira, descer sobre o lago de Como, e chamar os habitantes ás armas. Depois do que, com a minha gente, iria reunir-me aos dois generaes.
Como eramos guardados á vista, a cousa era difficil de executar.
Sobre uma altura que dominava Bellinzona estão as ruinas de um velho castello que out'rora pertenceu aos Visconti.
É ali que tinha feito guardar as nossas armas e as munições que depois podera obter.