XXX.
Que bellamente que soão
As Profecias direitas!
Depois que forem perfeitas
Verão que a terra povoão.
XXXI.
Doutos, e sandeos conhecem
Pelo volver das estrellas
Puras verdades mui bellas,
Que inda os Judeos naõ merecem.
* * * * *
SONHO SEXTO.
XXXII.
Quando o sonho he verdadeiro
Dá se uma lei muito clara:
Sonho agora, que uma vara
Vai dando luz a um outeiro.
XXXIII.
O outeiro he Portugal,
E a vara Castelhana;
Da minha pobre choupana.
Vejo esta vara Real.