As rosas para o chão?

Não me sabes dizer porque, no meio

Do vasto prado em flôr,

Das violetas cáe no roxo seio

Um véu de lucto e dôr?

Diz-me porque ouço a voz das cotovias

Hoje lugubre assim?

E porque exhalam mortes e agonias

As urnas do jasmim?

Por que motivo o sol tam claro e puro