De leve a maculou.
Dorme no seio della o amôr, a crença infinda
Que Deus lhe confiou.
Quando ella abre, sorrindo, as palpebras franjadas,
Ficamos a pensar
Nos mysterios do céu, nas cousas ignoradas
Que descobre esse olhar.
Deixa que eu me ajoelhe extasiado e mudo,
Cego de tanta luz,
E que tremulo beije o tépido veludo