Foges dos cafesaes,

E no escuro das mattas, escondida,

Soltas magoados ais...

Nas esteiras, á noite, o corpo estiras

E, com ancias sem fim,

Levas aos seios nús, beijas e aspiras

Um candido jasmim...

Amas a lua que embranquece os mattos,

Ó negra jurity!

A flôr da laranjeira, e os niveos cáctos