Cantei na minha lyra maldizente
Torpezas do Brazil, vicios e enganos.
E bem que os descantei bastantemente,
Canto segunda vez na mesma lyra
O mesmo assumpto em plectro differente.
Já sinto que me inflamma e que me inspira
Thalia, que anjo é da minha guarda
Des’ que Apollo mandou que me assistira.
Arda Bayona, e todo o mundo arda,
Que a quem de profissão falta á verdade