Nunca a dominga das verdades tarda.

Nenhum tempo exceptua a christandade

Ao pobre pegureiro do Parnaso

Para fallar em sua liberdade.

A narração ha de egualar ao caso,

E si talvez ao caso não eguala,

Não tenho por poeta o que é Pegaso.

De que póde servir calar quem cala?

Nunca se ha de fallar o que se sente?!

Sempre se ha de sentir o que se falla.