Qual homem póde haver tão paciente,

Que, vendo o triste estado da Bahia,

Não chore, não suspire e não lamente?

Isto faz a discreta phantasia:

Discorre em um e outro desconcerto,

Condemna o roubo, increpa a hypocrisia.

O nescio, o ignorante, o inexperto,

Que não elege o bom, nem mau reprova,

Por tudo passa deslumbrado e incerto.

E quando vê talvez na doce trova