Talvez amanhã me abraça.
Á ANNICA
UMA MULATA DA CAJAHYBA
Annica, o que me quereis,
Que tanto me enfeitiçaes,
Uma vez quando cantaes,
E outra quando appareceis?
Si por matar-me o fazeis,
Fazei esse crime atroz
De matar-me sós por sós,
Para que eu tenha o soccorro,