Que vendo que por vós morro,

Viva de morrer por vós.

Matar-me eu o soffrerei,

Mas soffrei tambem chegar-me,

Que ter asco de matar-me

Jámais o consentirei:

Fugir e matar não sei,

Anna, como o conseguis?

Mas si a minha sorte o quiz

E vós, Anna, o intentaes,