Tão abolhado em redondo

Por cara, peito e vasios,

Que estou com febres e frios

Morrendo do marimbondo.

Dizem que a vingança está

Em lhe saber eu da casa,

Porque deixando-lh’a em braza,

Um fogo outro abrandará:

Mas temo não arderá,

Por mais que toda uma matta