Lhe applique com mão ingrata,
Porque o que eu lhe hei de pôr
Ha de ser fogo de amor,
Que inda que abraza, não mata.
Nesta afflicção tão penosa
D’onde me virá o soccorro?
Morrerei, pois por quem morro,
Morro uma morte formosa:
Esta dôr tão tormentosa
Me levará de maneira,