I—Eu poucas vezes canto os casos melancolicos
II—Eu vi passar além vogando sobre os mares
III—Velha farça
IV—Graça posthuma
V—Historia simples
VI—A meza do festim cercada de formosas
VII—Os sonhos mortos
VIII—Falta a ordem
IX—Ó lyrios da cidade, ó corações doentes
X—Miseria santa
XI—Astro da rua
XII—Quando Martha morrer, depois do extremo arranco
XIII—As victimas
XIV—Evocacas
XV—Boas noites, coveiro, a tua enxada
XVI—Flor da moda
XVII—Ó machinas febris, eu sinto a cada passo
XVIII—A Christo
XIX—Eu tive um sonho estranho: ouvi que vou dizel-o
XX—O grande templo
XXI—A um certo homem
XXII—Á hora do silencio
XXIII—Eu quizera depois das lutas acabadas
XXIV—O velho cão
XXV—As velhitas
XXVI—As vizões
XXVII—Melancolias d'outono! eu quando além descubro
XXVIII—O velho mundo
XXIX—Eis a velha cidade, a cortezã devassa
XXX—Á noite
XXXI—A valla
XXXII—Ó vultos ideaes, fantasticos e bellos
XXXIII—Eu vejo em tua boca as petalas vermelhas
XXXIV—Nos campos
XXXV—O ultimo D. Juan
XXXVI—Formosuras do inverno! Ao sol das duas horas
XXXVII—Antigo thema
XXXVIII—A mãe
XXXIX—Arcanjo vae-te embora, é tarde em nossas casas
XL—Santa simplicidade
XLI—O velho Olimpo dorme o bom somno profundo
XLII—Os palhaços
XLIII—A hydra
XLIV—Os novos leviathãs
XLV—Sua alteza real o pequenino infante
XLVI—Versos a *
XLVII—O pobres versos meus, lançae-vos pela estrada
Appendice