Francisco Maria Vieira
T.ᵉ

Precursor opportunista, o nosso tenente!

[12] A narrativa do episodio da Belemzada, conforme se acha no livro citado do sr. Macedo, é transcripta do Echo Popular, jornal de José Passos, no Porto, e que Manuel, de Alpiarça, inspirava em 57 quando a noticia viu a luz. É certo, portanto, que se Manuel Passos a não escreveu, como se suppõe, viu-a, emendou-a: tem pois o caracter authentico.

[13] V. Instit. primitivas, pp. 156-66.

[14] Foi antes ou depois d’isto que a artilheria engatou em Belem para fugir para Lisboa, sendo necessario mandar cavallaria cortar-lhe a vanguarda; sendo necessario que D. Fernando fosse pela estrada fóra, a galope, escapando por um triz á cutilada que um soldado lhe despediu?

[15] V. Hist. de Portugal, (3.ª ed.) I, pp. 66-9.

[16] «Em quanto as Marnotas e que V. erra de todo; era uma vasta conspiração, abortada pela denuncia d’um miguelista que se vendeu, e annos depois pagou a traição com a vida». Carta do sr. Carreira de Mello ao A.

[17] O sr. R. de F. (Port. Contemp.) attribue a outra causa (inveja? despeito?) o silencio de Sá-da-Bandeira ácerca do episodio do paço de Belem: crendo tambem que Passos deixou o governo, forçado mas não descrente. Não me parece isso a mim, á vista dos antecedentes e dos consequentes.

[18] V. Hist. de Portugal (3.ª ed.) I. p. 66; e Instit. primit. pp. 162-6.

[19] V. O Brazil e as colon. port. II, I.