Perdoai, minha mãi. Sou fraco de coração. Fallece-me o animo.
D. GONTRADE
Mendo, teu pai deixou a sua maldição em herança ao filho, se elle o não vingasse; e a minha maldição juntar-se-ha á d'elle...
D. MENDO
Que Violante não veja... que não o saiba!
D. GONTRADE
Covarde! vês este punhal tincto ainda de sangue, e hezitas, e tremes...
D. MENDO
Não posso... Aquelle anjo!—Pois eu hei de ser odiado por Violante! (Com muita desesperação.)