FR. BERMUDO

Ha... talvez.

D. VIOLANTE

Fr. Bermudo, é um desses venenos, que eu venho pedir-vos.

FR. BERMUDO

Eu... pois eu hei-de dar-vos a morte?

D. VIOLANTE

Não é a morte, é a paz; é o termo desta dor infinita, que me dilacera. Por piedade dae-me esse veneno... senão, irei buscar a morte n'um precipicio, ou n'um punhal.

FR. BERMUDO

(Meditando.) Tem rasão... Tendes rasão, Violante. E hei de ser quem lhe dê a morte... Eu que a amo!