D. MENDO
E o meu anjo deixou-me... para sempre me abandonou o meu anjo da guarda!
D. GONTRADE
Na terra, talvez; no céu, não te abandonará de certo.
D. MENDO
Vou... Deixai-me-ir, minha mãi. Vou procurar Violante.
D. GONTRADE
E deixas-me aqui morrer só!?
D. MENDO
Vamos rezar por ella, ao menos—pedir ao céu que nol-a salva. (Cáem ambos de joelhos.)