Fernando, que sucedeu a seu pai no senhorio de Vila Verde, casou com D.ᵃ Catarina da Silva, filha do senhor de Barra-a-Barra. Desta união nasceram duas filhas: D.ᵃ Guiomar e D.ᵃ Joana.
D.ᵃ Guiomar de Albuquerque casou com D. Martinho de Noronha. Herdou a casa de seus pais, e foi por este casamento que os descendentes alcançaram a casa de Vila Verde e continuaram no appelido de Noronha.
Destes nasceu D. Pedro de Noronha, que casou com D. Violante de Noronha, filha do senhor de Sarzedas, e foi o sexto senhor de Vila Verde.
Destes nasceu outro D. Pedro de Noronha, que casou com D.ᵃ Catarina de Ataíde, filha do conde da Vidigueira, e foi o sétimo senhor de Vila Verde.
Deste nasceu D. Francisco Luís de Noronha, que tomou o apelido Albuquerque quando quis em 1596 suceder no morgado de Albuquerque em Azeitão. Casou com D.ᵃ Catarina de Vilhena e Sousa, sua sobrinha, filha de D. Manuel de Sousa e Távora, e foi o oitavo senhor de Vila Verde.
Foi D. António de Noronha, décimo segundo senhor desta casa, que recebeu de D. João IV em 1654 o título de conde de Vila Verde, e seu filho D. Pedro António de Noronha Albuquerque e Sousa o de primeiro marquês de Angeja por mercê de D. João V em 1714.
D.ᵃ Joana, segunda filha de Fernando de Albuquerque e de D.ᵃ Catarina da Silva, tomou o apelido de sua mãe; chamou-se D.ᵃ Joana da Silva e Albuquerque, e casou com Jorge Barreto, comendador de Castro Verde.
Destes nasceu Pedro Barreto, comendador de Almada, que casou com D.ᵃ Paula de Brito, de quem nasceu:
D.ᵃ Joana de Albuquerque, que casou com Manuel Teles Barreto, comendador de Aveiro e que foi governador do Brasil. Esta dama existia ao tempo, que D. João Afonso litigava com D.ᵃ Catarina de Menezes a posse do morgado de Azeitão, e apresentou-se também como oponente.