D. Duarte da Costa, filho segundo de D. Álvaro da Costa, veador da fazenda, foi armeiro-mor e casou com D.ᵃ Maria de Mendonça, de quem houve a D. Álvaro da Costa e a D. Francisco da Costa.
D. Francisco da Costa, filho segundo de D. Duarte da Costa e irmão de Álvaro da Costa, foi capitão de Malaca e embaixador a Marrocos ao xerif sobre o resgate, onde morreu[65]. Foi casado com D.ᵃ Joana Henriques, dama da infanta D.ᵃ Isabel, filha de Rui Vaz Pinto, senhor de Ferreiros e Tendães e alcaide-mor de Chaves, de quem houve a D. Duarte da Costa e a
D. Gonçalo da Costa.
D. Gonçalo da Costa, filho segundo de D. Francisco da Costa e irmão de D. Duarte da Costa, por morte de seu irmão teve a comenda de S. Vicente da Beira; casou com sua prima D. Joana e, por morte desta mulher, casou com D.ᵃ Francisca, filha de D. Pedro de Almeida, presidente da câmara de Lisboa, de quem teve a D. Pedro da Costa.
Veio-lhe esta alcunha de ter aos cinco anos queimado o rosto com pólvora. Pela deformidade que lhe sobreveio e por agradar a seu pai, fez-se padre, mas sob condição de nunca dizer missa.
D. Pedro da Costa, filho segundo de D. Gonçalo da Costa, comendador de S. Vicente da Beira, e de sua mulher D. Francisca Coutinho, herdou a casa de seu pai e foi armeiro-mor. Casou com D.ᵃ Violante Henriques, que foi dama do palácio, filha de D. Francisco de Noronha e de D.ᵃ Maria de Azevedo, e deste matrimónio teve a D. Maria de Noronha, que herdou a sua casa.
D. Maria de Noronha, filha herdeira de D. Pedro da Costa, armeiro-mor, casou com D. Luís da Costa, que era filho de D. António da Costa, que era bastardo de D. Álvaro da Costa «Queimado», deão da Guarda e, por este casamento, foi também armeiro-mor, e teve deste matrimónio a D. António Estevão da Costa e Sousa.
D. António Estevão da Costa e Sousa, filho de D. Luís da Costa, armeiro-mor por sua mulher, herdou a casa de seu pai e ofício de sua mãe e foi armeiro-mor, casou com D.ᵃ Madalena Luísa de Mendonça, filha de D. António José de Melo, de quem teve a D. José da Costa e a D. António José da Costa.
D. António José da Costa casou com D.ᵃ Antónia Rosa de Melo, foi servir na Índia, e pereceu no naufrágio da fragata Vencimento em 1748.
Destes nasceu D. José Francisco da Costa e Sousa, que foi armeiro-mor pela morte de seu tio paterno D. José da Costa. Casou com D.ᵃ Maria José de Sousa e Macedo, filha do primeiro visconde de Mesquitela. A este sucedeu seu filho: