—Nada, não—e sahiu rapidamente, o espirito alvoroçado, intrigado por colher informações exactas, que o illucidassem, muitos pormenores.

Fumava-se nos corredores, apertos de mão, criticas á empreza, á opera, aos artistas.

—Uma pepineira—dizia o Luiz Serra no seu calão de botequim.—

—É para a frente, rapazes, pateada a valer, ha-de ficar a noite memoranda.

—Não vale tudo os quatro contos do subsidio.—{139}

—E querem publico as senhoras emprezas, pois não! para apresentarem esta chinfrinada.

O Alberto entrou no grupo.

—Então, rapazes!

—Homem, caes da lua...

—Mas já não é da lua de mel, que elle cae, aposto!