A singularidade?
BOCAGE
A asnidade, digo eu. (Sae pelo F.—Gonçalo segue D. Maria Joanna).
SCENA XIX
MORGADO só, pouco depois o COMMENDADOR
MORGADO (vendo-os sair, desconfiado)
Um cadete agora! É o quartel general aqui… (olhando em redor) Tardava-me já ver-me só… (tirando o papel e examinando-o) Fechado!… sem direcção!… E com que ancia e mysterio a Simôa me segredou… «isto á sr.^a morgada… sem falta!…» Que pena perder os sentidos!… Que será? Pois que não tem direcção… (lançando novamente os olhos em redor) facil é sabel-o. (Abre, lê attentamente, e acaba com um grito de admiração) Oh!… (passeiando e meditando) Quem tal havia de dizer? (pára como resolvendo de repente) Não ha que pensar… Agora posso ir encommendando a sege… (assoma á porta da E. o commendador, sem que o morgado o presinta) Com um segredo d'estes!…
COMMENDADOR
Que segredo, sr. morgado?
MORGADO (sobresaltado, e guardando apressadamente o papel)