E dei-lhe palavra de casamento.
MANUEL
Deu-lhe palavra… (furioso) Porquê? Para quê?… Sem me consultar… sem consultar seu pae!… sem saber se lhe fazia transtorno!… Viu-se já!… (fitando-o) Estes rapazes!… (mais brando) Com que então deste-lhe palavra? (Gesto affirmativo de Francisco.) Pois se lh'a déste, cumpre-a.—Um Simões nunca faltou a ella!
FRANCISCO (transportado)
Consente!… Consente?… Como lhe hei de agradecer, meu pae!
MANUEL
Não é o que eu queria, e custa-me… Não te mandei a Coimbra para te empregar na filha d'uma criada!… Mas na nossa casa a palavra é escriptura. Pagamos á vista… sempre, e tudo: é o nosso brazão!
SCENA VI
OS DITOS e o MORGADO